terça-feira, 1 de julho de 2008

Submisso do Luiz


Definir-me como submisso seria erroneo, incompleto... Sou submisso, sim, mas do meu Dono. Não me abaixo a mais ninguém senão a Ele, não me curvo perante nenhum outro. Não ajoelho a outros pés, não ofereço o meu corpo a outras mãos. Nenhum outro me dobra, me torce, me subjuga, me faz querer beijar o chão por onde passa. Não respondo a outra voz de comando, não me submeto a outro domínio que não o Dele. Só perante o meu Dono me anulo, me encolho, me transformo em nada. Só ao meu Dono reconheço poder total sobre a minha vida, só Ele sabe como me domar, só a Ele me rendo, me entrego. Só o meu Dono detem o poder de fazer de mim tudo o que quiser. É esse o rótulo que trago tatuado na alma: Submisso do Luiz.

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