Quando vôo nada me impede Não há lacres para a alma Nem cadeias para o coração Me liberto das minhas próprias prisões Não conheço o infinito Mas não aceito meus limites De repente tudo é fácil e absoluto Minhas mãos alcançam o céu Sinto-me livre assim Sem algemas para o sonho Nem correntes para as palavras Vôo livre e solitário por entre as flores Como borboleta que conquista o horizonte Nada pode me parar Meu plano é tão somente voar Abrindo as asas para o futuro Derramando cores por onde passo Nada mais é inseguro...