sábado, 30 de maio de 2009

Falam por aí...


“Falam por aí q eu vivo num mundo à parte,
onde não existem maldades
e onde tudo dá certo no fim…
Falam por aí q eu sou ingênuo demais
e prefiro acreditar num mundo do meu jeito
q não existe, onde tudo tem o seu lado bom…
Falam por aí q eu me decepcionarei mto com a vida real.
Eu sei disso.
Basta assistir um dia de telejornal
ou prestar atenção as fofocas de rua
e eu me decepciono sim com muitas coisas da vida real.”

Mas… ainda assim, prefiro acreditar no meu mundo!
Prefiro viver um dia de cada vez,
com toda intensidade possível!
Prefiro conversar com cachorros de rua,
ver desenho em nuvens,
receber visita de beija-flor
e tomar banho de mangueira!
Esse é meu mundo…
onde acredito na amizade,
acredito no pote de ouro no final do arco-íris,
acredito no amor verdadeiro,
acredito no perdão e no esquecimento,
acredito no ‘deixa pra lá’.
Um mundo leve, alegre, colorido e em paz!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

13 meses...

Sei q sou teu
Pq meu pensamento
Te busca a cada momento
Ainda q no teu pensar
Vc não se sinta meu dono.

Sei q sou teu
Pq é a tua imagem
Q habita os meus desejos

Sei q sou teu
Pq inconscientemente
É tua voz q ouço
Dentro de mim...



Meu coração, sem direção voando só por voar
Sem saber, onde chegar sonhando em te encontrar
E as estrelas que hoje eu descobri no seu olhar
As estrelas vão me guiar...

Amo vc Luiz...


terça-feira, 19 de maio de 2009

Declaro-me Vivo !!




Saboreio cada momento
Antigamente me preocupava quando os outros falavam mal de mim.
Então fazia o que os outros queriam,
e a minha consciência me censurava.
Entretanto, apesar do meu esforço para ser bem educado,
alguém sempre me difamava.
Como agradeço a essas pessoas,
que me ensinaram que a vida é apenas um cenário!
Desse momento em diante, atrevo-me a ser como sou.
A árvore anciã me ensinou
que somos todos iguais.
Sou guerreiro:
a minha espada é o amor,
o meu escudo é o humor,
o meu espaço é a coerência,
o meu texto é a liberdade.
Perdoem-me, se a minha felicidade é insuportável,
mas não escolhi o bom senso comum.
Prefiro a imaginação dos indios,
que tem embutida a inocência.
É possível que tenhamos que ser apenas humanos.
Sem Amor nada tem sentido, sem Amor estamos perdidos,
sem Amor corremos de novo o risco de estarmos
caminhando de costas para a luz.
Por esta razão é muito importante que apenas o Amor
inspire as nossas ações.
Anseio que descubras a mensagem por detrás das palavras;
não sou um sábio,
sou apenas um ser apaixonado pela vida.
A melhor forma de despertar
é deixando de questionar se nossas ações
incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.
A chegada não importa, o caminho e a meta são a mesma coisa.
Não precisamos correr para algum lugar,
apenas dar cada passo com plena consciência.
Quando somos maiores que aquilo que fazemos,
nada pode nos desequilibrar.
Porém, quando permitimos que as coisas sejam maiores do que
nós, o nosso desequilíbrio está garantido.
É possível que sejemos apenas água fluindo;
o caminho terá que ser feito por nós.
Porém, não permitas que o leito escravize o rio,
ou então, em vez de um caminho, terás um cárcere.

Amo a minha loucura que me vacina contra a estupidez.
Amo o amor que me imuniza contra a infelicidade
que prolifera, infectando almas
e atrofiando corações.
As pessoas estão tão acostumadas com a infelicidade,
que a sensação de felicidade
lhes parece estranha.
As pessoas estão tão reprimidas, que a ternura espontânea
as incomoda, e o amor lhes inspira desconfiança.
A vida é um cântico à beleza,
uma chamada à transparência.
Peço-lhes perdão, mas….
¡ DECLARO-ME VIVO!

Chamalú.
Indio Quechua

domingo, 17 de maio de 2009

Fogueira

...
Eu vivo a vida a vida inteira
A descobrir o que é o amor
Leve pulsar do sol a me queimar
Não penso ter a vida inteira
Pra guiar meu coração
Eu sei que a vida é passageira
E o amor que eu tenho não...

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Não busco...


Não busco formas perfeitas, pois sou a pura imperfeição.
Não busco regras, pois tenho medo que elas se tornem a minha prisão.
Não busco nem o certo, nem o errado, pois se julgo nego o que não sei.
Não busco descobrir os caminhos, pois sei aonde vai dar a estrada.
Não busco regelar os sonhos, pois a realidade se encarrega de matá-los.
Não busco limites, pois transpô-los transcende a minha própria existência.
Não busco liberdade vigiada, pois é como estar preso no caos.
Não busco o inteiro, pois sou feito de partes.
Não busco o medo, pois já conheço o bicho que habita dentro de mim.